O importante não é o que fizeram de mim, e sim o que eu faço do que fizeram de mim
poemas de jean paulo sartre.
Um cara que escreve para a musa. Que usa e abusa do que sente, e do que não entende.
ACABOU
Do que me adiantam
hormônios
demônios
anjos
e santos?
Se do que sofro,
sofro tanto
quanto uma árvore seca?
Uma salva de palmas
aos que conseguem
não destilar o ódio!
E uma salva de tiros
aos que fingem
tudo isso.
Acreditei, só no início,
que tudo passaria
e que a alma
daquela vadia
não invadiria a tua.
Mas bastou-lhe
vê-la nua.
E tudo recomeçou
sob o meu olhar atento
e que não mais aguento
do tanto
que me dói.
Jean Paulo Sartrehormônios
demônios
anjos
e santos?
Se do que sofro,
sofro tanto
quanto uma árvore seca?
Uma salva de palmas
aos que conseguem
não destilar o ódio!
E uma salva de tiros
aos que fingem
tudo isso.
Acreditei, só no início,
que tudo passaria
e que a alma
daquela vadia
não invadiria a tua.
Mas bastou-lhe
vê-la nua.
E tudo recomeçou
sob o meu olhar atento
e que não mais aguento
do tanto
que me dói.
Dos que perderam
um dia
apenas
da vida.
Dos que perderam
o rumo,
o prumo
e a linha.
É algo como
o que não existiu,
a paz que se perdeu
Para os que perderam algo
recomendo
respirar fundo
Sentir o cheiro do mundo
e abrir o corpo
que anda escondendo.
Aos que perderam,
saibam:
Não perderam sozinhos
Substantivos e adjetivos
nunca são caminhos
para o que se busca.
É luta inglória
contra si mesmo.
É nudez
ainda mais pura.

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